Manifesto

O problema
que
resolvemos.

Prob. 01

O problema real

Artistas com ideias, sem meios para as materializar.

Muitos artistas e criativos têm ideias visuais fortes, mas não têm oficina, equipa técnica, conhecimento de materiais ou método para transformar a ideia numa peça física viável.

Quando tentam resolver sozinhos, acontecem sempre as mesmas coisas: a peça fica tecnicamente fraca, o orçamento rebenta, o prazo derrapa, ou a execução trai o conceito original.

A dependência de fornecedores que executam literalmente, mas não interpretam artisticamente, destrói a intenção criativa.

Sol. 01

O que fazemos

Tradução entre intenção artística e execução material.

Não somos só mão de obra. Não somos só consultoria. Não somos só arte. Somos o espaço intermédio — onde a ideia existe, mas os meios técnicos, financeiros e humanos para a materializar ainda não existem.

Combinamos três mundos: oficina (matéria, ferramentas, produção), atelier (conceito, desenho, decisão estética) e agência (comunicação, fotografia, portfólio).

Pos. 01

Posicionamento

A primeira oficina técnico-criativa acessível.

Não somos uma produção institucional de alta escala. Somos a entrada — o parceiro para quem ainda não tem escala, orçamento ou estrutura para uma produção dessa dimensão, mas já tem uma ideia que merece existir.

Infraestrutura criativa acessível. Não um grupo de amigos com ferramentas.

Seg. 01

Para quem

Artistas, designers, criativos e marcas independentes.

Artistas emergentes com uma peça específica para produzir — exposição, concurso, candidatura, encomenda.

Artistas com financiamento aprovado — bolsas, residências, encomendas. Já existe verba e urgência de execução.

Designers e criativos que querem produzir pequenas séries de objetos, mobiliário ou peças editoriais.

Marcas e espaços — restaurantes, lojas, hotéis, arquitetos que precisam de peças especiais ou instalações visuais.

Ctx. 01

Contexto

Braga, Cidade Criativa UNESCO. Ecossistema em crescimento.

Braga é Cidade Criativa da UNESCO no domínio das Media Arts desde 2017, com um ecossistema criativo local em crescimento.

Em 2026, a DGARTES abriu candidaturas com dotação de 13,35 milhões de euros. Artistas com financiamento aprovado precisam de parceiros técnicos de confiança para orçamentar, executar e documentar.